sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Lynne Cohen



Fotógrafa americana, radicada no Canadá, apresenta um trabalho muito coerente sobre o espaço interior, normalmente vazio, e de alguma forma deslocado do seu contexto. As fotografias são nos apresentadas quase como cenários de qualquer coisa e muitas vezes com um certo humor face ao absurdo de determinadas situações. Quase sempre usando cameras de grande formato, Lynne Cohen mostra-nos as suas imagens cuidadosamente enquadradas e quase sempre à mesma distância criando a ideia de construção de um espaço como se de uma escultura se tratasse.

http://www.lynne-cohen.com/















































































































































































segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vik Muniz

Vicente José de Oliveira Muniz, conhecido como Vik Muniz (nasceu em 1961, São Paulo, Brazil), é um artista visual que vive actualmente em Nova Iorque.

Muniz começou a carreira como escultor no final de 1980. Tornou-se mais conhecido com a sua série de retratos feitos com chocolate em 1997 e com as fotografias feitas com lixo em 2006.

Em 2010, o documentário "Wasteland", realizado por Lucy Walker, mostrando o trabalho de Muniz numa das maiores lixeiras do mundo, Jardim Gramacho, nos arredores do Rio de Janeiro, é nomeado para o Óscar como melhor documentário.

Vik Muniz apropria-se de imagens de vários artistas como base para os seus trabalhos. Por exemplo Muniz usou geleia e manteiga de amendoim para criar uma dupla Mona Lisa, baseada na imagem feita por Andy Warhol depois deste se ter apropriado da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.
Trad. Wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/Vik_Muniz
































    


  































segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Edgar Martins

http://www.edgarmartins.com/

"As imagens produzidas por Edgar Martins transportam consigo aspectos críticos que implicam, no seu interior, toda uma consciência dos processos perceptivos bem como da complexidade da nossa relação com a fotografia — e com a realidade convocada por esta.
Quando nos aproximamos destas imagens, vazias, frias, deceptivas na sua planura e na sua repetitividade simétrica, nada nos distrai. O sujeito que as olha é irremediavelmente preso, desfolhando uma série de perguntas, apropriadas ou não, mas incontornáveis: Como fez? O que estou a ver? Para onde devo olhar? Serão estas imagens “fotografias”? Serão elas “verdadeiras”? (...)"

© Margarida Medeiros, Lisboa, Janeiro 2010 "Edgar Martins: quando a luz escondeu as sombras"